Os medicamentos oftalmológicos são utilizados no tratamento de diferentes condições que afetam a saúde dos olhos, como ressecamento ocular, alergias, inflamações, infecções e glaucoma. Dependendo da indicação, podem ser encontrados em apresentações como colírios, géis, pomadas e soluções oftálmicas.
Nas Farmácias São João, você encontra produtos para diferentes necessidades de cuidados oculares, incluindo colírios lubrificantes, medicamentos prescritos para doenças dos olhos e soluções destinadas à higienização e conservação de lentes de contato.
Consulte os produtos disponíveis na categoria Oftalmologia, confira a indicação, o princípio ativo e a apresentação recomendada pelo profissional de saúde. Informe seu CEP para verificar preços, estoque e condições de atendimento na sua região.
A oftalmologia é a especialidade médica responsável pela prevenção, pelo diagnóstico e pelo tratamento de doenças que afetam os olhos e a visão.
O acompanhamento oftalmológico permite identificar alterações na superfície ocular, na córnea, no cristalino, na retina, no nervo óptico e em outras estruturas responsáveis pelo funcionamento da visão.
Entre as condições avaliadas pela oftalmologia estão síndrome do olho seco, conjuntivite, glaucoma, catarata, retinopatia diabética e doenças da córnea.
O tratamento depende da causa e da gravidade de cada condição. Algumas alterações podem ser controladas com medicamentos e cuidados diários, enquanto outras exigem procedimentos especializados ou cirurgia.
As alterações oculares podem provocar manifestações diferentes, incluindo:
Esses sintomas podem estar associados a condições distintas. Por exemplo, vermelhidão ocular pode ocorrer em casos de alergia, infecção, ressecamento e outras doenças.
Por isso, a escolha de um medicamento não deve se basear apenas na aparência ou na intensidade dos sintomas.
Existem diferentes classes de medicamentos para os olhos, cada uma com indicações e mecanismos de ação específicos.
Entre as principais estão os lubrificantes oculares, antialérgicos, antibióticos, anti-inflamatórios e medicamentos utilizados para reduzir a pressão intraocular.
Também existem produtos destinados à higiene das pálpebras e à manutenção de lentes de contato.
Os colírios lubrificantes, também chamados de lágrimas artificiais, são utilizados para melhorar a lubrificação da superfície ocular e aliviar sintomas relacionados ao ressecamento.
Dependendo da formulação, ajudam a reduzir a sensação de areia nos olhos, a ardência e o desconforto provocado por condições ambientais.
Entre as substâncias utilizadas em lubrificantes oculares estão o hialuronato de sódio, a carmelose sódica e a hipromelose.
As formulações apresentam diferenças de concentração, viscosidade e composição, que podem influenciar a experiência de uso.
Na Farmácias São João, é possível consultar opções como o Hylo Comod, lubrificante ocular com hialuronato de sódio.
Conheça também a subcategoria de colírios.
Os colírios antialérgicos são utilizados em determinadas manifestações de alergia ocular, especialmente quando existe coceira, lacrimejamento e vermelhidão associados à conjuntivite alérgica.
Esses produtos podem conter substâncias com ação anti-histamínica ou estabilizadora de mastócitos, células envolvidas nas reações alérgicas.
Entre os princípios ativos utilizados em tratamentos oftalmológicos para alergias estão olopatadina, cetotifeno e cromoglicato de sódio.
A escolha depende da causa dos sintomas, das contraindicações e das características de cada medicamento.
Os colírios antibióticos são utilizados no tratamento de determinadas infecções bacterianas dos olhos.
Entre os princípios ativos encontrados em medicamentos oftalmológicos dessa classe estão tobramicina, moxifloxacino e ciprofloxacino.
Esses medicamentos atuam sobre bactérias sensíveis, mas não são indicados para tratar todas as causas de vermelhidão ou secreção ocular.
Infecções virais, por exemplo, não melhoram com antibióticos.
O uso inadequado também pode atrasar o diagnóstico de outras doenças e contribuir para a resistência bacteriana.
Por isso, antibióticos oftalmológicos devem ser utilizados somente conforme prescrição médica.
Os anti-inflamatórios oftalmológicos são utilizados em determinadas condições inflamatórias dos olhos, inclusive em situações relacionadas a procedimentos cirúrgicos.
Existem duas classes principais: os anti-inflamatórios não esteroidais e os corticosteroides.
Entre os anti-inflamatórios não esteroidais utilizados em oftalmologia está o cetorolaco trometamina, presente em apresentações como o Acular LS.
Já os corticosteroides, como dexametasona e prednisolona, possuem ação anti-inflamatória por mecanismos diferentes.
Atenção: colírios com corticosteroides exigem cuidados específicos, pois seu uso inadequado pode elevar a pressão intraocular, favorecer determinadas infecções e aumentar o risco de complicações como glaucoma e catarata.
Esses medicamentos não devem ser utilizados para aliviar olhos vermelhos sem avaliação profissional.
Os medicamentos para glaucoma são utilizados para reduzir a pressão intraocular e ajudar a diminuir o risco de progressão do dano ao nervo óptico.
Existem diferentes classes, como análogos de prostaglandinas, betabloqueadores oftálmicos, inibidores da anidrase carbônica e agonistas alfa-adrenérgicos.
Entre os princípios ativos utilizados estão latanoprosta, bimatoprosta, timolol, dorzolamida e brimonidina.
Algumas apresentações combinam dois princípios ativos para atuar em mecanismos complementares.
Acesse a subcategoria de remédios para glaucoma.
A síndrome do olho seco ocorre quando os olhos não produzem lágrimas em quantidade suficiente ou quando a composição e a estabilidade da lágrima não conseguem manter adequadamente a superfície ocular.
Essa condição pode provocar ardência, sensação de areia, vermelhidão, visão embaçada e desconforto durante atividades cotidianas.
O ressecamento pode estar associado à idade, a condições ambientais, ao uso de lentes de contato, a alterações das pálpebras e a determinadas doenças ou medicamentos.
O tratamento depende da causa e da intensidade dos sintomas.
As lágrimas artificiais ajudam a lubrificar a superfície ocular e podem aliviar sintomas de olho seco.
Existem diferentes formulações, que variam quanto aos agentes lubrificantes, à viscosidade e à presença de conservantes.
A escolha deve considerar a frequência de uso, a sensibilidade ocular e as orientações do oftalmologista.
O hialuronato de sódio é uma substância utilizada em determinadas formulações lubrificantes para melhorar a hidratação e a estabilidade da superfície ocular.
Produtos com diferentes concentrações podem apresentar características de viscosidade distintas.
No catálogo das Farmácias São João, é possível consultar o Hylo Gel, com hialuronato de sódio.
A indicação deve respeitar as características do produto e as necessidades individuais.
Alguns colírios utilizam conservantes para ajudar a manter a segurança microbiológica de apresentações multidose.
Entretanto, determinadas pessoas podem apresentar sensibilidade a esses componentes, especialmente quando precisam de aplicações frequentes.
Existem formulações sem conservantes, incluindo apresentações em flaconetes de dose única e sistemas multidose específicos.
O oftalmologista pode orientar a escolha conforme o quadro clínico e a tolerabilidade.
Não necessariamente.
Os géis oftálmicos costumam apresentar maior viscosidade do que muitas soluções em gotas, podendo permanecer por mais tempo sobre a superfície ocular.
Dependendo da formulação, essa característica pode provocar visão temporariamente embaçada após a aplicação.
A escolha entre solução, gel e pomada depende da indicação, da composição e da orientação profissional.
O glaucoma é um grupo de doenças que podem provocar lesões progressivas no nervo óptico, estrutura responsável por transmitir informações visuais dos olhos ao cérebro.
A pressão intraocular elevada é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento e a progressão da doença.
Entretanto, nem todas as pessoas com pressão intraocular elevada desenvolvem glaucoma, e a doença também pode ocorrer em pessoas com pressão considerada dentro da faixa habitual.
O tratamento busca preservar a visão e reduzir o risco de progressão do dano ao nervo óptico.
Latanoprosta, bimatoprosta e travoprosta são medicamentos utilizados para reduzir a pressão intraocular em determinadas condições, como glaucoma de ângulo aberto e hipertensão ocular.
Eles atuam aumentando a saída do humor aquoso, líquido presente na parte anterior do olho.
São utilizados conforme a indicação médica e podem apresentar efeitos como vermelhidão, alterações nos cílios e mudanças na pigmentação ocular, dependendo do princípio ativo.
Na São João, você pode consultar apresentações como a latanoprosta genérica da Geolab.
O timolol é um betabloqueador oftálmico utilizado para diminuir a produção de humor aquoso e ajudar a reduzir a pressão intraocular.
Embora seja aplicado nos olhos, parte do medicamento pode ser absorvida pelo organismo.
Por isso, pessoas com determinadas doenças respiratórias, alterações da frequência cardíaca ou outros problemas de saúde podem apresentar contraindicações ou necessidade de cuidados específicos.
O uso deve seguir a prescrição e a orientação do oftalmologista.
A dorzolamida e a brinzolamida pertencem à classe dos inibidores da anidrase carbônica.
Esses medicamentos ajudam a reduzir a produção de humor aquoso, contribuindo para o controle da pressão intraocular.
Podem ser prescritos isoladamente ou em associações específicas, conforme o tratamento estabelecido.
A brimonidina é um agonista alfa-adrenérgico utilizado no tratamento de determinadas condições relacionadas à elevação da pressão intraocular.
Seu mecanismo inclui a redução da produção de humor aquoso e alterações na drenagem desse líquido.
A indicação exige avaliação médica, especialmente em pacientes que utilizam outros medicamentos ou apresentam condições clínicas associadas.
Alguns medicamentos para glaucoma contêm dois princípios ativos na mesma formulação.
Entre as combinações utilizadas estão brimonidina com timolol, dorzolamida com timolol e bimatoprosta com timolol.
Essas associações podem ser indicadas quando o controle da pressão intraocular exige mais de um mecanismo de ação.
Entretanto, não são automaticamente equivalentes a outras apresentações e não devem ser substituídas por conta própria.
Atualmente, não existe tratamento capaz de reverter completamente o dano já causado pelo glaucoma ao nervo óptico.
Entretanto, o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado podem ajudar a retardar ou impedir a progressão da perda visual.
O tratamento pode envolver colírios, medicamentos em outras apresentações, procedimentos a laser e cirurgia.
A escolha depende do tipo de glaucoma, da pressão intraocular, da gravidade da lesão e da resposta ao tratamento.
Muitos tipos de glaucoma não provocam sintomas nas fases iniciais.
Por isso, a pessoa pode não perceber uma melhora imediata ao utilizar o medicamento.
Mesmo assim, o colírio pode estar desempenhando um papel importante no controle da pressão intraocular.
A interrupção sem orientação pode comprometer o tratamento e aumentar o risco de progressão da doença.
A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, membrana que recobre a parte branca dos olhos e a superfície interna das pálpebras.
Pode apresentar diferentes causas, incluindo infecções virais, bacterianas e reações alérgicas.
Os sintomas podem incluir vermelhidão, lacrimejamento, secreção, sensação de areia e coceira.
Entretanto, essas manifestações podem ocorrer em outras doenças oculares, e o tratamento depende da identificação da causa.
A conjuntivite viral é frequentemente causada por vírus respiratórios, incluindo adenovírus.
Em muitos casos, apresenta evolução autolimitada e não necessita de antibióticos.
Medidas de higiene e tratamentos para aliviar o desconforto podem ser recomendados conforme a avaliação profissional.
A conjuntivite viral pode ser contagiosa, tornando importante evitar compartilhar toalhas e outros objetos pessoais.
A conjuntivite bacteriana ocorre quando determinados microrganismos infectam a conjuntiva.
Pode provocar vermelhidão e secreção, mas os sintomas apresentam semelhanças com os de outras formas de conjuntivite.
Em situações específicas, o oftalmologista pode prescrever antibióticos em colírio ou pomada.
A necessidade de tratamento e a escolha do medicamento dependem da avaliação clínica.
A conjuntivite alérgica ocorre em resposta a substâncias capazes de desencadear reações de hipersensibilidade.
Coceira intensa, lacrimejamento e vermelhidão estão entre os sintomas possíveis.
O tratamento pode envolver redução da exposição aos alérgenos, lubrificantes e colírios antialérgicos específicos.
Diferentemente das conjuntivites infecciosas, a conjuntivite alérgica não é contagiosa.
Não. A vermelhidão pode estar associada a causas diferentes, desde irritações leves até doenças que exigem atendimento urgente.
O uso indiscriminado de colírios vasoconstritores, antibióticos ou corticosteroides pode mascarar sintomas e atrasar o diagnóstico.
Se houver dor importante, sensibilidade intensa à luz, piora da visão ou vermelhidão persistente, procure avaliação oftalmológica.
As pomadas oftálmicas são formulações desenvolvidas para aplicação na região ocular, conforme as indicações específicas de cada medicamento.
Podem conter antibióticos, lubrificantes ou outras substâncias destinadas ao tratamento de determinadas condições.
A consistência das pomadas é diferente da apresentada pelos colírios e pode provocar visão temporariamente embaçada.
A quantidade e a forma de aplicação precisam seguir a bula e a orientação profissional.
Pomadas destinadas à pele não devem ser utilizadas nos olhos, a menos que o produto tenha indicação expressa para uso oftálmico.
Além de medicamentos, a categoria Oftalmologia das Farmácias São João reúne produtos para lentes de contato, utilizados na limpeza, na desinfecção, na conservação e no conforto durante o uso.
As soluções precisam ser compatíveis com o tipo de lente e com o sistema de manutenção recomendado pelo profissional responsável.
Entre os produtos cadastrados estão soluções de marcas como Renu, Opti-Free e outras opções de cuidados com lentes.
Consulte a categoria de produtos para lentes de contato.
As soluções multipropósito são desenvolvidas para atender a diferentes etapas da manutenção de determinadas lentes de contato, incluindo limpeza, enxágue, desinfecção e armazenamento.
Sua utilização deve seguir as instruções do fabricante e considerar a compatibilidade com o tipo de lente.
Essas soluções não devem ser confundidas com colírios para aplicação direta nos olhos.
Alguns produtos são destinados a melhorar o conforto durante o uso de lentes de contato, conforme suas indicações específicas.
É importante conferir se o produto foi desenvolvido para aplicação ocular, para umidificação das lentes ou para limpeza e conservação.
As formulações não são automaticamente intercambiáveis.
A limpeza correta das lentes ajuda a reduzir o risco de infecções oculares.
Antes de manuseá-las, lave e seque bem as mãos.
Utilize a solução recomendada para limpar e desinfetar as lentes, respeitando as instruções do produto.
Não utilize água da torneira ou saliva para limpar ou guardar lentes de contato.
A solução usada no estojo deve ser descartada e substituída por uma nova a cada ciclo de higienização, sem misturar líquidos antigos e novos.
O estojo também precisa de limpeza e substituição periódica.
A aplicação correta é importante para que o medicamento entre em contato com a superfície ocular e para reduzir o risco de contaminação.
O procedimento deve respeitar as orientações específicas da bula e do profissional de saúde.
Antes de utilizar um colírio:
Não utilize medicamentos com alterações perceptíveis de aspecto ou cuja conservação esteja em desacordo com as recomendações do fabricante.
Incline a cabeça levemente para trás e olhe para cima.
Com cuidado, puxe a pálpebra inferior para formar uma pequena bolsa.
Aproxime o frasco sem encostar a ponta no olho, nos cílios ou na pele e aplique a quantidade prescrita.
Em seguida, feche suavemente os olhos.
Quando indicado, pressione levemente a região próxima ao canto interno do olho por aproximadamente um minuto para reduzir a passagem do medicamento pelo canal lacrimal.
Evite apertar excessivamente os olhos ou piscar repetidamente.
Algumas condições exigem a utilização de mais de um medicamento oftalmológico.
Quando há prescrição de colírios diferentes, geralmente é necessário respeitar um intervalo entre as aplicações para evitar que uma solução elimine a anterior.
O National Eye Institute orienta um intervalo mínimo de cinco minutos entre tipos diferentes de colírios, salvo instrução específica em contrário.
A sequência de aplicação e os intervalos devem seguir a prescrição e a bula, especialmente quando também são utilizados géis ou pomadas.
As condições de conservação variam conforme a formulação, o princípio ativo e o fabricante.
Alguns medicamentos precisam ser armazenados em temperatura ambiente, enquanto outros exigem refrigeração antes da abertura ou em determinadas etapas de utilização.
Por isso, é importante verificar sempre a bula e a embalagem.
Nem todos os colírios precisam ser refrigerados.
A necessidade de refrigeração depende do produto e pode mudar após a abertura do frasco.
Armazenar um medicamento em temperatura inadequada pode comprometer suas características.
Siga as instruções do fabricante e esclareça dúvidas com o farmacêutico.
O prazo de utilização após a abertura não é igual para todos os colírios.
Alguns produtos possuem sistemas multidose com características específicas, enquanto determinadas apresentações em flaconetes exigem descarte após o uso.
O prazo informado na embalagem fechada não substitui as orientações de validade após a primeira abertura.
Anote a data de abertura quando necessário e respeite o período estabelecido pelo fabricante.
Não é recomendado compartilhar frascos de colírio ou pomadas oftálmicas.
O contato do aplicador com os olhos, a pele ou as mãos pode provocar contaminação e aumentar o risco de transmissão de microrganismos.
Além disso, o medicamento indicado para uma pessoa pode ser inadequado ou contraindicado para outra.
Determinados sintomas podem indicar doenças oculares que exigem avaliação urgente.
Procure atendimento oftalmológico imediato diante de:
Essas manifestações podem estar relacionadas a problemas que não devem ser tratados apenas com colírios adquiridos por conta própria.
Antes de selecionar um produto, é importante identificar sua finalidade e conferir as informações da prescrição, quando exigida.
Medicamentos oftalmológicos diferentes podem apresentar nomes e embalagens semelhantes, mas conter substâncias com ações distintas.
O princípio ativo determina a ação farmacológica do medicamento.
Um colírio lubrificante não possui a mesma finalidade de um antibiótico, de um antialérgico ou de um medicamento para glaucoma.
A escolha deve considerar o diagnóstico e as orientações de uso.
Os produtos oftalmológicos podem ser comercializados em diferentes concentrações e apresentações, como soluções, suspensões, géis e pomadas.
Também existem frascos multidose e flaconetes individuais.
Essas características podem influenciar a aplicação, a conservação e as condições de utilização.
Alguns medicamentos oftalmológicos estão disponíveis em apresentações de referência, genéricas ou similares.
A possibilidade de substituição deve seguir as regras de intercambialidade estabelecidas pela Anvisa.
O farmacêutico deve conferir o princípio ativo, a concentração, a forma farmacêutica e outras características necessárias.
Soluções para higienização de lentes de contato não devem ser consideradas equivalentes a colírios.
Da mesma forma, nem todo colírio pode ser utilizado com as lentes colocadas.
A compatibilidade precisa ser confirmada nas instruções do fabricante ou com o profissional responsável.
Os preços dos produtos de oftalmologia podem variar conforme a marca, o princípio ativo, a concentração, o volume da embalagem e o tipo de apresentação.
Na Farmácias São João, você pode consultar colírios, lubrificantes oculares, medicamentos para glaucoma, pomadas oftálmicas e soluções para manutenção de lentes de contato.
Utilize os filtros disponíveis para localizar os produtos por fabricante, marca, forma farmacêutica ou faixa de preço.
Ao identificar a apresentação desejada ou indicada na receita, informe seu CEP para verificar preços, disponibilidade e condições de atendimento na sua região.
Estoque, entrega e retirada podem variar conforme o produto, a localidade e as exigências de dispensação.
São medicamentos desenvolvidos para tratar determinadas doenças e alterações que afetam os olhos. Podem incluir colírios, pomadas, géis e outras apresentações, com indicações específicas.
Entre os principais tipos estão os lubrificantes, antialérgicos, antibióticos, anti-inflamatórios e medicamentos para redução da pressão intraocular. Cada classe possui indicações e cuidados próprios.
Não existe um único colírio adequado para todas as situações. A escolha depende da causa dos sintomas e das condições oculares do paciente. Um produto indicado para ressecamento pode ser inadequado para uma infecção ou inflamação.
O colírio lubrificante ajuda a melhorar a hidratação da superfície ocular e a aliviar sintomas de ressecamento, ardência e sensação de areia. A formulação mais adequada depende das necessidades individuais.
Os termos costumam ser utilizados para identificar produtos destinados à lubrificação da superfície ocular. Entretanto, as formulações podem apresentar ingredientes, viscosidades e características de conservação diferentes.
O hialuronato de sódio é utilizado em determinadas formulações lubrificantes por suas propriedades de retenção de água e lubrificação da superfície ocular.
É uma condição em que a produção, a composição ou a estabilidade das lágrimas não é suficiente para manter adequadamente a superfície dos olhos. Pode provocar ardência, desconforto, visão embaçada e sensação de corpo estranho.
O uso prolongado de telas pode contribuir para sintomas de ressecamento e desconforto ocular, especialmente pela redução da frequência de piscadas. Pausas regulares e avaliação oftalmológica podem ajudar a identificar a melhor abordagem.
A escolha depende da causa da vermelhidão. Alergias, infecções, ressecamento e doenças mais graves podem provocar sintomas semelhantes. Não utilize antibióticos ou corticosteroides por conta própria.
O colírio antibiótico é utilizado em determinadas infecções bacterianas. O antialérgico atua sobre mecanismos envolvidos nas reações alérgicas. Eles não possuem a mesma finalidade.
Não. Conjuntivites virais não são tratadas com antibióticos, e determinadas conjuntivites bacterianas podem melhorar sem esse tipo de medicamento. A indicação depende da avaliação profissional.
A conjuntivite viral é provocada por vírus, a bacteriana por bactérias e a alérgica por uma reação a alérgenos. As formas infecciosas podem ser contagiosas; a alérgica não é.
São medicamentos utilizados em determinadas condições inflamatórias oculares. Exigem prescrição e acompanhamento porque podem provocar efeitos adversos importantes, incluindo aumento da pressão intraocular.
O uso de corticosteroides oftalmológicos pode elevar a pressão intraocular e favorecer o desenvolvimento de glaucoma em pessoas suscetíveis, especialmente quando utilizados inadequadamente ou por períodos prolongados.
Glaucoma é um grupo de doenças que provocam danos ao nervo óptico, podendo causar perda progressiva da visão. Frequentemente está associado à pressão intraocular elevada, mas também pode ocorrer com pressão considerada normal.
Entre os princípios ativos estão latanoprosta, bimatoprosta, travoprosta, timolol, dorzolamida, brinzolamida e brimonidina. A escolha depende do diagnóstico e da avaliação do oftalmologista.
A latanoprosta é utilizada para reduzir a pressão intraocular em determinadas condições, incluindo glaucoma de ângulo aberto e hipertensão ocular, conforme as indicações aprovadas.
A latanoprosta aumenta a drenagem do humor aquoso. O timolol reduz sua produção. Os dois medicamentos atuam sobre mecanismos diferentes e não devem ser substituídos sem orientação médica.
Em muitos pacientes, sim. O tratamento costuma ser prolongado, mesmo quando não existem sintomas. A interrupção inadequada pode permitir a progressão da doença e da perda visual.
A pressão ocular corresponde à pressão do líquido dentro do olho. A pressão arterial representa a força exercida pelo sangue nas paredes das artérias. São medidas diferentes, avaliadas por métodos distintos.
Lave as mãos, incline a cabeça para trás, puxe suavemente a pálpebra inferior e aplique a quantidade indicada sem encostar o aplicador no olho. Siga a bula e as orientações do profissional de saúde.
Quando dois colírios diferentes são prescritos, geralmente se recomenda aguardar pelo menos cinco minutos entre as aplicações, salvo orientação específica para os produtos utilizados.
Depende do produto. Algumas formulações podem ser utilizadas durante o uso de lentes, enquanto outras exigem sua retirada. Consulte as instruções da embalagem e a orientação profissional.
Não como substituto de solução desinfetante. O soro fisiológico não oferece a desinfecção necessária para armazenamento seguro de lentes reutilizáveis. Utilize o sistema de conservação indicado para suas lentes.
Não. A água pode conter microrganismos capazes de provocar infecções oculares graves. Utilize somente soluções apropriadas e siga as instruções de higienização.
Alguns produtos exigem refrigeração, enquanto outros podem ser armazenados em temperatura ambiente. As condições variam conforme a formulação e devem ser verificadas na bula.
O prazo depende do produto e do sistema de embalagem. Consulte a orientação do fabricante, pois a validade após a abertura pode ser diferente daquela impressa para a embalagem fechada.
Alguns lubrificantes e outros produtos podem ser adquiridos sem receita, mas vários medicamentos oftalmológicos, como antibióticos, corticosteroides e tratamentos para glaucoma, exigem prescrição. As regras dependem do produto.
A substituição depende dos critérios de intercambialidade estabelecidos pela Anvisa. A avaliação farmacêutica deve considerar o princípio ativo, a concentração, a forma farmacêutica e a apresentação.
Acesse a categoria Oftalmologia das Farmácias São João, localize o produto correspondente à sua necessidade ou prescrição e informe seu CEP para consultar preços e disponibilidade.
O Bulário Eletrônico da Anvisa reúne informações oficiais sobre medicamentos. O Ministério da Saúde também disponibiliza orientações sobre doenças oculares, e o oftalmologista deve ser consultado para avaliação individualizada.